Te ajudo a enfrentar as dificuldades alimentares e o Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo (TARE)

Um pouco da minha história

Oi, seja bem-vindo! 

   Sou a Karla, esposa, mãe de duas garotinhas, psicóloga e terapeuta alimentar. Desde adolescente sou apaixonada pelo comportamento humano  e suas complexidades. Sempre procurei entender como as pessoas pensam, sentem, se comportam e interagem com o mundo ao seu redor. 

   Sou psicóloga formada pela Universidade Tuiuti do Paraná desde 2008. Trabalho com a terapia cognitivo comportamental, abordagem que é padrão ouro para a maioria dos transtornos psicológicos. Também sou S.O.S. feeding therapist pelo instituto S.O.S. Approach to feeding nos EUA

   Quando minha filha mais velha completou dois anos e meio, começou a se tornar seletiva com a alimentação, restringindo-a gradualmente. Todos me diziam que era uma fase natural da idade e que ia passar, mas, infelizmente, não passou. A cada ano, ela ficava mais seletiva e eu cada vez mais desesperada. Na tentativa de ajudar minha filha, segui as orientações mais absurdas: deixei-a sem comer, obriguei-a a comer, a puni por não comer, e o quadro dela se agravou. Consultamos muitos profissionais, mas ninguém sabia dizer o que minha filha tinha. Até que, em 2016, uma psicóloga me disse: “Sua filha tem TARE!” Ao mesmo tempo em que senti um profundo alívio por finalmente saber o que ela tinha, veio o banho de água fria: não havia um padrão de tratamento, e ninguém sabia o que fazer com uma criança com TARE, já que esse transtorno tinha acabado de entrar para o DSM-5.

   Naquele momento, tomei uma decisão: ajudar pessoas que passam por esse transtorno. Desde então, me dediquei a estudar sobre o TARE. Hoje, já tenho quatro formações na área, tanto nacionais quanto internacionais, que embasam meus atendimentos. Na terapia alimentar, vejo as crianças se reconectando com os alimentos e, muitas vezes, perdendo o medo de experimentar coisas novas. Vejo também o alívio de alguns pais ao receber orientações sobre como proceder em casa com uma criança que não come. Isso me traz profunda satisfação e alegria. Meu propósito é ajudar famílias a enfrentarem o transtorno alimentar restritivo evitativo.

Karla Lima